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quarta-feira, 1 de setembro de 2010
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

"Pegar um livro e abri-lo guarda a possibilidade do facto estético. O que são as palavras dormindo num livro? O que são esses símbolos mortos? Nada, absolutamente. O que é um livro se não o abrimos? Simplesmente um cubo de papel e couro, com folhas; mas se o lemos acontece algo especial, creio que muda a cada vez.”
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Como nos sonhos, atrás das altas portas não há nada, nem sequer o vazio.
Como nos sonhos, atrás do rosto que nos contempla não há ninguém.
Anverso sem reverso, moeda de uma única efígie, as coisas.
Essas misérias são os bens que o precipitado tempo nos deixa.
Somos nossa memória, somos esse quimérico museu de formas inconstantes, essa pilha de espelhos rotos”.
Como nos sonhos, atrás do rosto que nos contempla não há ninguém.
Anverso sem reverso, moeda de uma única efígie, as coisas.
Essas misérias são os bens que o precipitado tempo nos deixa.
Somos nossa memória, somos esse quimérico museu de formas inconstantes, essa pilha de espelhos rotos”.
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