
Não são imagens avulsas, são momentos de vivência interior de um mundo que ninguém consegue expressar. São como pequenas pinceladas de Deus no nosso dia-a-dia. (...) Não pretendo com as minhas imagens criar nenhum registro de falsidade, mas quando me envolvo no processo de revelação, tento concentrar-me no sentimento daquilo que vi. Há cenas da vida que parecem condensar-se, outras que se agigantam, outras que nos diformam a realidade e nos oferecem ilusões. Há sobreposições de palavras, de sons, de cores. Há o indizível.
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