"Meu Deus, como pode uma pessoa pretender existir em Ti e ser tão cega para o amor dos outros? Deste-me liberdade para julgar por mim, eu sei - e eu fiz dessa liberdade uma prisão, incapaz de sair do aquário doméstico da minha visão do amor. (...) Sobrou em mim o baldio do ressentimento, este deserto árido, longe de céu e terra, de onde lhe grito um perdão que ela já não vai ouvir, mesmo porque nunca precisou dele.
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