segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Virgile sempre acreditara que a memória fosse uma função, mas agora tomava consciência de que ela era uma ação. Havia muita coisa que ele não tinha registrado, como se tivesse recortado a realidade com uma tesoura para lhe dar a forma que lhe conviesse. Fora uma maneira de tornar o mundo mais confortável e de justificar as suas escolhas.

Nenhum comentário:

Postar um comentário