
"O bom é que escrever não serve para nada daquilo que a gente quer. Escrever é um limite, uma dor, um defeito a mais. O bom é que depois de escrever a gente se sente péssimo. Nada mudou, tudo continua no seu lugar... (...) O ruim é que ainda deseja um amor inesquecível".
(Era uma vez o amor - mas eu tive que matá-lo, Efraim Medina Reyes, p. 73)
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